A cirurgia de catarata é antes de tudo uma mudança de vida. Além do benefício visual, ela devolve qualidade de vida ao paciente.
Avalia a saúde da córnea e orienta a segurança do procedimento cirúrgico
Identifica imperfeições, como astigmatismo, que podem ser corrigidas durante a própria cirurgia.
Calcula o modelo e o grau da lente intraocular que substituirá o cristalino comprometido.
Avalia a retina central, responsável pela visão de detalhes, quando necessário com tomografia da mácula.
Não. Mesmo quando há catarata nos dois olhos, o progresso costuma ser diferente em cada um, e o oftalmologista opera um de cada vez.
Sim, se não tratada por longos períodos. É impossível prever com precisão a velocidade da evolução em cada paciente.
Sim. A cirurgia melhora a sensibilidade ao contraste, um dos primeiros sintomas afetados pela catarata, o que costuma tornar a direção noturna mais segura.
Sim, as duas condições não impedem a cirurgia. A cirurgia de catarata não trata o glaucoma, que segue seu próprio curso independentemente da cirurgia.
Não diretamente. As incisões são pequenas e cicatrizam rápido. Mas olho seco pré-existente pode afetar o resultado, por isso é avaliado nos exames anteriores à cirurgia.