Fortalece músculos e ligamentos da região, podendo incluir elevação de sobrancelhas e cantopexia, além da simples remoção de tecido.
Reabilitação estética e funcional para quem perdeu o globo ocular, com avaliação prévia do oculoplástico antes da adaptação.
Indicada quando os cílios tocam a superfície do olho, causando desconforto e risco de dano à córnea. Tratamento sempre cirúrgico.
Removidos cirurgicamente, com margem de segurança quando há suspeita de malignidade, e material enviado para avaliação do patologista.
A blefaroplastia é indicada para pálpebras superiores flácidas ou caídas, excesso de pele que interfere na visão periférica, ou bolsas sob os olhos. A remoção do excesso de tecido pode melhorar tanto a aparência quanto o campo de visão.
Não. É feita com sedação e anestesia local, e o paciente costuma voltar para casa no mesmo dia.
É uma complicação temporária conhecida, que desaparece com o tempo. Vale conversar com o médico sobre isso antes do procedimento.
Em alguns casos, sim, sempre a critério do oculoplástico e conforme avaliação individual do paciente.
Não. Toxina botulínica e outros procedimentos podem prevenir ou complementar, mas não reproduzem o resultado de uma blefaroplastia quando há excesso real de pele ou queda palpebral.
Varia conforme a técnica. A blefaroplastia com laser CO2 tende a reduzir inchaço e hematomas em relação à técnica tradicional; o médico orienta o prazo específico de cada caso.